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DORMITÓRIO 25 mg 14 COMPRIMIDOS REVESTIDOS

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AÇÃO E MECANISMO

- [ANTIALÉRGICO], [ANTAGONISTA HISTAMINÉRGICO (H-1)]. A doxilamina é um derivado da etanolamina, que competitivamente, reversível e não especificamente bloqueia receptores H1, diminuindo os efeitos sistêmicos da histamina. Resulta em vasoconstrição e diminuição da permeabilidade vascular, diminuição da vermelhidão e edema associado à alergia. Atenua parcialmente os sintomas associados a processos alérgicos, como vermelhidão ocular ou congestão nasal. Também produz um leve efeito broncodilatador e uma diminuição na coceira dérmica.

- [HIPNÓTICO]. Doxylamina é capaz de atravessar a barreira cerebral do sangue, e agir em receptores H1 centrais, levando à sedação. Parece que o efeito sedativo também pode ser devido ao antagonismo dos receptores muscarínicos e serotonina. Doxilamina tem efeitos sedativos superiores aos de outras etanolaminas.

- [MUSCARINICO ANTAGONISTA COLINÉRGICO (M)], [ANTIEMÉTICO]. Doxylamina é um antagonista inespecífico capaz de bloquear outros receptores, como muscarinics centrais ou periféricos. Seus efeitos anticolinergic parecem ser menos potentes do que os de outras etanolaminas. Bloquear receptores H1 e colinérgicas centrais pode ter um efeito antiemético, embora não esteja totalmente esclarecido.

AVISOS ESPECIAIS

- A doxilamina pode mascarar os efeitos ototóxicos de algumas drogas, por isso recomenda-se avaliar periodicamente a funcionalidade acústica em pacientes tratados com esses medicamentos.

- Antes de usar este medicamento em pacientes com vômito de origem desconhecida recomenda-se descartar a presença de apendicite.

- Recomenda-se monitorar a hidratação do paciente em caso de onda de calor e, principalmente, se o paciente for uma criança pequena, um idoso ou uma pessoa com uma doença grave.

- Devido aos efeitos antialérgicos deste medicamento, pode dar falsos negativos em testes de hipersensibilidade dérmica a extratos antigênicos. Recomenda-se parar de tomar este medicamento pelo menos 72 horas antes do teste.

IDOSO

Os idosos são mais sensíveis aos efeitos adversos dos anti-histamínicos, como tontura, sedação, confusão, hipotensão e hiperexcitabilidade, bem como efeitos anticolinergic (boca seca, retenção urinária, precipitação de glaucoma). Anti-histamínicos podem ser usados em pacientes com mais de 65 anos de idade, mas precauções devem ser exercidas. Se os efeitos colaterais persistirem ou forem graves, a interrupção do tratamento é aconselhada.

CONSELHO PARA O PACIENTE

- Este remédio será dado meia hora antes de dormir. Se ocorrer sonolência diurna, recomenda-se reduzir a dose ou avançar na ingestão para garantir que pelo menos 8 horas decorrido até acordar.

- Tratamentos com mais de uma semana não são recomendados. Se após esse tempo, a insônia continuar ou piorar, recomenda-se consultar com o seu médico.

- Pode causar sonolência, por isso recomenda-se ter cuidado ao dirigir, e não combiná-lo com drogas ou outras substâncias sedativas, como o álcool.

- Os pacientes que recebem medicamentos sedativos não são aconselhados a auto-mediar com produtos de doxilamina sem consultar um médico.

- É aconselhável não tomar sol durante o tratamento.

- O médico deve ser notificado de qualquer patologia crônica apresentada pelo paciente antes de iniciar o tratamento.

- A exposição a temperaturas extremas deve ser evitada durante o uso deste medicamento, mantendo-se em um ambiente fresco, hidratando-se corretamente.

CONTRA-INDICAÇÕES

- Hipersensibilidade a qualquer componente do medicamento. Reações cruzadas podem ocorrer com outros anti-histamínicos, por isso não é recomendável usar qualquer anti-histamínico H1 em pacientes que tiveram hipersensibilidade a qualquer composto do grupo.

- [CRISE ASMATICA]. Para alguns autores, a doxilamina pode piorar a asma, por isso não é recomendada para uso em uma crise aguda.

- [PORFIRIA]. Os anti-histamínicos H1 estão han associados ao aparecimento de surtos virais porf, por isso não são considerados seguros nesses pacientes.

EFEITOS NA CONDUÇÃO

A doxilamina pode afetar substancialmente a capacidade de dirigir e/ou operar máquinas. Os pacientes devem evitar o manuseio de máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que estejam razoavelmente certos de que o tratamento medicamentoso não os afeta negativamente.

GRAVIDEZ

Segurança animal: Em estudos com ratos em doses 125 vezes maiores que as humanas han evidenciaram riscos para o feto. No entanto, ao administrar doses 125-375 vezes as doses máximas em humanos, anormalidades esqueléticas caracterizadas por ondulação da costela e hérnias diafragmáticas foram apreciadas.

Segurança humana :Doxylamina atravessa a placenta. Há grande controvérsia sobre os efeitos teratogênicos da doxilamina. Esta droga tem sido frequentemente usada para a prevenção de náuseas gestacionais e vômitos. Estudos epidemiológicos têm han efeitos adversos sobre o feto, embora em alguma administração de doxilamina tenha sido associada durante o primeiro trimestre de gravidez com casos de fissura palatal. No entanto, não foi possível estabelecer um nexo causal com a doxilamina e esses efeitos não puderam ser han observados em outros estudos. No entanto, devido à ausência de estudos adequados e bem controlados em humanos, não pode ser descartado ser fracamente teratogênico. Esta droga deve, portanto, ser usada em gestantes com cautela, e somente se os benefícios superarem os riscos potenciais.

FARMACOCINÉTICA

oralmente:

- Absorção: A doxilamina é bem absorvida no intestino, mas sofre um efeito intenso do primeiro passo do fígado que reduz a biodisponibilidade. Após a administração de uma dose de 25 mgs, Cmax de 100 ng/ml é alcançado em 2-3 horas. Os efeitos sedativos começam após 30 minutos e são máximos de 1 a 3 horas. A duração do mesmo é de 6-8 horas.

- Metabolismo: Embora não seja adequadamente estudado, doxylamina parece ser metabolizado rapidamente e quase completamente no fígado.

- Eliminação: Doxylamina e seus metabólitos são removidos com urina. Sua meia-vida de eliminação é de 10 horas.

TRAJETO

- [INSÔNIA]. Tratamento sintomático da insônia, particularmente quando há dificuldade para dormir, há interrupções frequentes durante o sono ou um despertar precoce pela manhã.

INTERAÇÕES

A doxilamina pode mascarar sintomas induzidos por drogas ortotoxicicas diminuindo vertigem ou tontura. Da mesma forma, poderia melhorar os efeitos fotosensibilizantes de outras substâncias ativas que resultam em reações de fotosensibilidade. As interações medicamentosas han as seguintes substâncias ativas também foram relatadas:

- Álcool etílico. A administração conjunta de álcool e doxilamina poderia aumentar os efeitos sedativos de ambas as substâncias. Recomenda-se evitar o consumo de álcool durante o tratamento.

- Anticholinergics (antiparkinsonianos, antidepressivos tricíclicos, IMAO, neurolépticos). A administração de doxilamina juntamente com outras drogas anticolinergic poderia potencializar efeitos anticholinergic, por isso é recomendado evitar a associação.

- Sedativos (analgésicos opioides, barbitúricos, benzodiazepínicos, antipsicóticos). A administração conjunta de doxilamina juntamente com uma droga sedativa poderia melhorar a ação hipnótica. Precauções extremas são recomendadas.

ENFERMAGEM

A doxilamina pode inibir a lactação devido aos seus efeitos anticolinergic. Não se sabe se a doxilamina é excretada com leite humano, mas outros anti-histamínicos fazem. Como as crianças são mais sensíveis às reações anticolinergic, e podem, na maioria das vezes, ter reações paradoxais de hiperexcitabilidade, recomenda-se interromper o aleitamento materno ou evitar a administração deste medicamento.

CRIANÇAS

A eficácia e a segurança da doxilamina como sedativo em menores de 18 anos não foram avaliadas. Como sintomas anticolinergic e hiperexcitabilidade são mais comuns nesses pacientes, seu uso não é recomendado.

REGRAS PARA A ADMINISTRAÇÃO ADEQUADA

Será administrado meia hora antes de dormir, para exercer seus efeitos, com uma quantidade suficiente de líquido (de preferência água). Não deve ser tomado com bebidas alcoólicas.

DOSAGEM

- Adultos, oral: 25 mg/24 h.

Se ocorrer sonolência diurna, recomenda-se reduzir a dose para 12,5 mgs ou avançar na ingestão para garantir que pelo menos 8 horas decorrido até acordar.

Dose máxima: 25 mg/24 h.

- Crianças e adolescentes menores de 18 anos: A segurança e a eficácia não foram avaliadas e não devem ser utilizadas.

- Idosos: são mais propensos a sofrer outras patologias que podem recomendar uma redução de dose. Em caso de efeitos colaterais indesejados, a dose será de 12,5 mgs/24 h.

Duração do tratamento: deve ser o mais curto possível. Em geral, pode variar de alguns dias a uma semana. Não deve ser dado por mais de 7 dias sem consultar seu médico.

Administração de alimentos :pode ser tomada com ou sem comida.

POSOLOGIA EM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA

Uma vez que é principalmente metabolizada no fígado, a dose deve ser reduzida ao grau de incapacidade funcional do fígado. Aconselhável diminuir a dose para 12,5 mg/24 h.

POSOLOGIA EM INSUFICIÊNCIA RENAL

Um acúmulo de doxilamina e seus metabólitos pode ocorrer.

- Comprometimento renal moderado (CLcr 30-60 ml/min) ou grave (CLcr < 30 ml/min): reduzir a dose para 12,5 mg/24 h ou controlar o intervalo de tempo entre tomar o medicamento e o tempo de despertar. No caso do controle de intervalo, a doxilamina deve ser avançada para evitar a sonolência matinal levando em conta o grau de incapacidade funcional do paciente e as propriedades farmacocinéticas do medicamento.

PRECAUÇÕES

- [INSUFICIÊNCIA RENAL]. Em pacientes com comprometimento renal, pode ocorrer um acúmulo de metabólitos. Como esses metabólitos podem estar ativos, recomenda-se prolongar períodos de administração em pacientes com comprometimento renal moderado ou grave (CLcr menos de 60 ml/minuto).

- [INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA]. A doxilamina é intensamente metabolizada pelo metabolismo hepático. Em caso de comprometimento hepático pode ocorrer um aumento na concentração plasmática, com o consequente risco de efeitos adversos. Um reajuste de dosagem pode ser necessário nesses pacientes dependendo do grau de funcionalidade hepática.

- Pacientes com [GLAUCOMA], [HIPERPLASIA PROTÁTICA] OU [OBSTRUÇÃO VEJIGA URINÁRIA], [HIPERTENSÃO ARTERIAL], [COVA MYASTHENIA], [ULCER PEPTICA] OU [OBSTRUÇÃO INTESTINAL]. Devido aos efeitos anticolinergic da doxilamina, o agravamento dessas tabelas pode ocorrer, por isso recomenda-se exercer precauções extremas e interromper o tratamento em caso de agravamento.

- A cautela também é aconselhada em [HIPOPOTASEMIA] ou outras anormalidades eletrólitos.

- Pacientes com [QT INTERVAL PROLONGATION] ([CARDIACA ARRITMIA]) devem ser tratados com cautela, pois embora este efeito não tenha sido observado com doxilamina, outros anti-histamínicos podem causar prolongamento deste intervalo.

- Doenças de árvores respiratórias inferiores, como [ASMA], [ENFISEMA PULMONAR] ou [DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRONICA]. De acordo com alguns autores, a doxilamina poderia diminuir o volume de secreções brônquicas, aumentando sua viscosidade, devido aos seus efeitos anticolinergic, de modo que poderia agravar essas imagens. No entanto, não há muitas evidências clínicas, no entanto, a extrema cautela é recomendada nesses pacientes. Como regra geral, seu uso não é recomendado em pacientes com convulsões asmáticas (ver Contraindicações).

- [EPILEPSIA]. A cautela deve ser exercida em pacientes epilépticos, pois os anti-histamínicos às vezes são han associados a reações paradoxais de hiperexcitação, mesmo em doses terapêuticas, para que possam diminuir o limiar de convulsão.

- [APENDICITE]. Devido aos seus efeitos antieméticos, pode interferir no diagnóstico de apendicite. Recomenda-se pré-descartar a presença de apendicite em pacientes com vômito de origem desconhecida.

- Otoxicidade. A doxilamina pode ter um efeito benéfico em caso de tontura, zumbido e tontura, por isso pode mascarar a otoxicidade induzida por drogas otoxilicais como aminoglycosides parenteral, carboplatina, cisplatina, cloroquina e eritromicina entre outros.

- Fotosensibilidade. A doxilamina pode levar a fenômenos de fotosensibilidade, por isso é recomendável não tomar sol durante o tratamento, e se proteger por protetores solares.

- A ingestão de álcool deve ser evitada durante o tratamento.

- Temperaturas extremas. Os anti-histamínicos H1 podem agravar a síndrome da desidratação de exaustão e a insolação devido à diminuição da sudorese causada por seus efeitos anticolinergic. Os pacientes que recebem esses medicamentos são aconselhados a evitar a exposição a temperaturas muito altas, especialmente em casos de crianças pequenas, idosos ou pessoas com doenças crônicas graves. Também é aconselhável seguir medidas higiênicas-dietéticas adequadas, como aeração adequada e hidratação.

REAÇÕES ADVERSAS

Os efeitos colaterais da doxilamina são geralmente leves e transitórios, e são mais comuns durante os primeiros dias de tratamento. Assim como outras etanolaminas, a doxilamina resulta principalmente em sonolência e fenômenos anticolinergic, mas há grande variabilidade interindividual em relação à frequência e intensidade dos sintomas, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. As reações adversas mais comuns são:

- Digestivos. [NÁUSEAS], [VOMITOS], [CONSTIPAÇÃO], [DIARREA], [DOR EPIGASTRICO], [ANOREXIA], [BOCA SECA].

- Neurológico/psicológico. [SOMNOLENCIA] é comum, especialmente no início do tratamento, e geralmente diminui após 2-3 dias. [DESORIENTAÇÃO], [ATAXIA], [MYASTHENIA], [VERTIGO], [ASTENIA], [CEFALEA], também podem aparecer. Excepcionalmente, han de [EXCITABILIDADE] paradoxal, especialmente em crianças pequenas, têm sido observadas. Essa hiperexcitabilidade ocorre com [INSOMNIO], [NERVIOSISMO], [TEMBLOR], [IRRITABILITY], [EUFORIA], [DELIRIO], palpitações e até [CONVULSIONES].

- Cardiovascular. Ocasionalmente, e geralmente em caso de overdose, [TAQUICARDIA], [PALPITAÇÕES] e outras [ARRITMIA CARDÍACA] como [EXTRASISTOLE] ou [CARDIAC LOCK] podem ocorrer. Esses efeitos podem ser devido à atividade anticolinergic. Às vezes é han descrito [HIPOTENSION] ou [HIPERTENSÃO ARTERIAL].

- Respiratório. Às vezes, pode ocorrer um aumento na viscosidade das secreções brônquicais, o que pode dificultar a respiração.

Genitourinarias. [RETENÇÃO URINÁRIA] e [IMPOTÊNCIA SEXUAL] podem ocorrer a partir de bloqueio colinérgico.

- Hematológico. Raramente é han descrita [ANEMIA HEMOLITIC], [AGRANULOCYTOSIS], [LEUCOPENIA], [TROMBOCITOSE] ou [PANCITOPENIA].

- Olhos oculares. Devido à atividade anticolinergic , [GLAUCOMA] e [DISTÚRBIOS DE VISÃO] como [VISION BORROSA] ou [DIPLOPIA] podem ocorrer. [ZUMBIDO] também pode ocorrer.

- Alérgico/Dermatológico. [REAÇÕES HIPERSENSIBILIDADE] podem ocorrer após a administração sistêmica de anti-histamínicos, embora com menos frequência do que se aplicados topicamente. [REAÇÕES FOTOSENSITIVIDADE] também podem aparecer após intensa exposição à luz solar, com [DERMATITE], [PRURITO], [EXANTEMATIC ERUPÇÕES] e [ERITEMA].

OVERDOSE

Sintomas: Os sintomas geralmente aparecem após 30 minutos a 2 horas, e geralmente são variáveis, com maior gravidade em crianças e acima de 65 anos de idade. Foi relatada depressão nervosa moderada, com sedação e apneia, colapso cardiovascular, hiperexcitabilidade com insônia, alucinações, tremores ou convulsões e sintomas anticolinergic, como boca seca, visão turva e retenção urinária. Também pode ocorrer febre superior a 41,8 oC.

Nos casos mais graves, especialmente em crianças, os sintomas podem piorar, com hipotensão, convulsões, depressão respiratória, perda de coma da consciência e morte. No entanto, o envenenamento por doxilamina raramente compromete a vida do paciente, e a recuperação é completa após 24-48 horas.

Tratamento: O tratamento consistirá nas medidas usuais destinadas a promover a eliminação da droga. Se han menos de 3 horas após a ingestão, podem ser administradas eméticas, tomando as precauções necessárias para evitar aspiração, especialmente em crianças e idosos. O vômito indutor não é recomendado em indivíduos em coma ou inconscientes. Se a emese for contraindicada, a lavagem estomacal pode ser realizada e o carvão ativado pode ser administrado. Podem ser utilizados laxantes salinos como sulfato de magnésio.

Os sintomas de envenenamento podem ser eliminados com as seguintes drogas.

- Efeitos anticolinergic centrais. Fisstigmina intravenosa.

- Convulsões. Infusão intravenosa lenta de diazepam em doses de 0,1 mg/kg em pacientes que não respondem à fisstigmina.

Hipotensão. Administrar norepinefrina, fenilefrina ou dopamina, evitando a administração da adrenalina, que pode piorar a hipotensão.

- Arritmias ventriculares. Propranolol.

Se necessário, pode-se utilizar intubação e respiração assistida. O uso de analépticos não é recomendado, pois podem induzir convulsões.

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