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EFFERALDOL COM VITAMINA C 330 mg/200 mg 20 COMP...

EFFERALDOL COM VITAMINA C 330 mg/200 mg 20 COMP EFERVESCENTES Alivia a dor leve a moderada

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Efferaldol vitamina C com paracetamol em comprimidos efervescentes alivia a dor leve ou moderada em adultos e crianças com mais de 9 anos de idade

Efferaldol Vitamina C 330 mg/200 mg com comprimidos efervescentes de paracetamol

Alivia dores leves ou moderadas como dor de cabeça, dor de dente, dor muscular, dor nas articulações, dor nas costas, entre outras


Composição (principal) por comprimido:
Paracetamol ... 0,330g
Ácido Ascórbico (Vitamina C) ... 0,200g


Paracetamol ajuda a aliviar a dor moderada e febre, e juntamente com a vitamina C (antioxidante e regenerador do tecido conjuntivo) é um analgésico de primeiros socorros para tomar a cada 6-8 horas, dependendo da intensidade e frequência dos sintomas


Adequado para adultos e crianças com mais de 9 anos de idade.


AÇÃO E MECANISMO

Analgésico e antipirético não opioide, associado à vitamina C. O paracetamol bloqueia perifericamente os impulsos de dor através da inibição reversível da ciclooxigenase, uma enzima envolvida na síntese de prostaglandinas. A ação antipirética deve-se à inibição das prostaglandinas ao nível do centro termorregulador localizado no hipotálamo. Tem demonstrado fracas propriedades anti-inflamatórias em algumas doenças não-reumáticas. Em outras circunstâncias, a ação anti-inflamatória não é esperada. Na mesma dose, a potência analgésica e antipirética do paracetamol é semelhante à do ácido acetilsalicílico.


ADVERTÊNCIAS ESPECIAIS

- Durante tratamentos prolongados, é aconselhável realizar verificações periódicas da função hepática e fórmula sanguínea completa.- Embora não reduza consideravelmente a inflamação, efeitos muito positivos han sido obtidos nos processos artríticos do joelho, provavelmente devido ao seu efeito analgésico. - Alimentos retardam a absorção do paracetamol.


ACONSELHAMENTO AO PACIENTE

- Altas doses de paracetamol ou tratamentos prolongados sem controle clínico podem causar alterações hepáticas, principalmente em pacientes que consomem bebidas alcoólicas regularmente. - Não use este medicamento por mais de 10 dias seguidos sem supervisão médica. Tratamentos prolongados ou altas doses devem ser tomados sob a supervisão do médico.- Não exceda a dose diária recomendada (máximo de 4 g/dia; 2 g/dia em alcoólicos). - Não use paracetamol com anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) sem consentimento médico.- A fenacetina (metabólito do paracetamol) pode escurecer a urina.


CONTRA-INDICAÇÕES

- [ALERGIA AO ACETAFENO].
- [HEPATOPATIA] (com ou sem compromisso hepático), viral [HEPATITE]: aumenta o risco de hepatotoxicidade.


GRAVIDEZ

- Paracetamol: O uso de doses orais terapêuticas de curto prazo é geralmente aceito em todas as fases da gravidez.
- Ácido ascórbico: uso aceito em doses baixas (Cuidado em altas doses).


TRAJETO

- [DOR] de intensidade leve ou moderada.- [FEBRE]. Alternativa ao ácido acetilsalicílico em úlceras pépticas, tratamento com anticoagulantes orais e na alergia a salicilatos.


INTERAÇÕES

O paracetamol é metabolizado a nível hepático, dando origem a metabolitos hepatotóxicos, pelo que pode interagir com fármacos que utilizam as mesmas vias de metabolização. Assim, existem dados clínicos sobre interações neste nível com os seguintes medicamentos:
- Anticoagulantes orais (acenocumarol, varfarina): possível potencialização do efeito anticoagulante, com aparente pouca relevância clínica, é considerada a alternativa terapêutica aos salicilatos, quando há terapia anticoagulante. No entanto, a dose e a duração do tratamento devem ser as mais baixas possíveis, com monitorização periódica do INR.
- Álcool etílico: potencialização da toxicidade do paracetamol, por possível indução da produção hepática de produtos hepatotóxicos derivados do paracetamol.
- Anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, metilfenobarbital, primidona): diminuição da biodisponibilidade do paracetamol, bem como potencialização da hepatotoxicidade à sobredosagem, devido à indução do metabolismo hepático.
- Bussulfano: Como o paracetamol pode diminuir a glutationa disponível, a depuração do bussulfano pode ser reduzida e seus níveis orgânicos aumentados. Recomenda-se minimizar ou evitar a administração de paracetamol antes (< 72 horas) ou durante o tratamento com bussulfano.
- Estrogênios: diminuição dos níveis plasmáticos de paracetamol, com possível inibição de seu efeito, por possível indução de seu metabolismo.
- Exenatido: a absorção do paracetamol pode ser diminuída pelo exenatido, pois contém esvaziamento gástrico. Esta interação pode ser evitada se o analgésico for administrado 1 hora antes do exenatido.
- Isoniazida: diminuição da depuração do paracetamol, com possível potencialização de sua ação e/ou toxicidade, pela inibição de seu metabolismo hepático.
- Lamotrigina: diminuição da área sob a curva (20%) e meia-vida (15%) da lamotrigina, com possível inibição de seu efeito, por possível indução de seu metabolismo hepático.
- Propranolol: aumento dos níveis plasmáticos de paracetamol, devido à possível inibição do seu metabolismo hepático.
- Rifampicina: aumento da depuração do paracetamol por possível indução do seu metabolismo hepático.
Além disso, existem dados clínicos sobre interações com outros mecanismos:
- Anticolinérgicos (glicopirrônio, propantelina): diminuição da absorção do paracetamol, com possível inibição de seu efeito, devido à diminuição da velocidade do esvaziamento gástrico.
- Resinas de troca iônica (colestiramina): diminuição da absorção do paracetamol, com possível inibição de seu efeito, devido à fixação do paracetamol no intestino.
- Drogas que predispõem à nefrolitíase (acetazolamida, sais de cálcio, saquinavir, topiramato, triamtereno). A coadministração pode resultar num aumento da incidência de nefrolitíase. Recomenda-se evitar a associação.


ENFERMAGEM

O paracetamol é excretado no leite materno em baixas concentrações. Não han foram notificados efeitos adversos em neonatos após a administração oral materna, exceto por um caso isolado de um lactente com erupção maculopapular reversível no tronco superior e na face.
A segurança e eficácia da suplementação de altas doses de vitamina C em nutrizes não foram avaliadas.


REGRAS PARA UMA BOA ADMINISTRAÇÃO

Dissolva o comprimido em meio copo de água e, em seguida, engula-o.


DOSAGEM

- Adultos: 1 comprimido/4h. Não exceda 3 g de paracetamol/dia (6 doses/dia)
Pode também ser estabelecido um esquema posológico em doentes adultos com peso inferior a 50 kg, doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado, alcoolismo crónico ou desnutrição crónica (baixos depósitos hepáticos de glutationa) e desidratação, não excedendo 2 g/24 horas


PRECAUÇÕES

- [ALCOOLISMO CRÔNICO]: O consumo crônico de bebidas alcoólicas (mais de 3-4 bebidas/dia) pode potencializar a toxicidade hepática do paracetamol. Os alcoólatras crônicos devem evitar o tratamento prolongado ou doses excessivas de paracetamol (não mais do que 2 g/dia devem ser administrados). Foi observada uma incidência aumentada de hepatotoxicidade e hemorragia gastrointestinal em doentes tratados com doses fixas de paracetamol associado a ácido acetilsalicílico.
- [ANEMIA]: devido ao possível aparecimento de alterações sanguíneas como trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, anemia hemolítica, etc., recomenda-se cautela em pacientes com anemia, evitando tratamentos prolongados. Nesses pacientes, existe o risco de que a cianose não se manifeste apesar das altas concentrações de metemoglobina.
O tratamento prolongado em pacientes com doenças cardíacas ou pulmonares também será evitado.
- [ANEMIA POR DEFICIÊNCIA DE GLICOSE 6 FOSFATO DESIDROGENASE]: Casos de hemólise han sido observados.
- Insuficiência renal grave com clearance de creatinina inferior a 10 ml/min, o intervalo entre duas doses será de pelo menos 8 h. Em doentes com compromisso renal grave ou moderado, pode haver acumulação de derivados conjugados com paracetamol. O tratamento prolongado com altas doses aumenta o risco de toxicidade renal.
- [ALERGIA AOS SALICILATOS]: O paracetamol como analgésico e antipirético é uma alternativa muito válida em pacientes alérgicos ao salicilato. No entanto, reações broncoespásticas han sido observadas em alguns pacientes asmáticos que são hipersensíveis ao ácido acetilsalicílico ou outros AINEs. Embora a incidência de reação cruzada seja baixa (menos de 5%), o monitoramento clínico é recomendado em pacientes alérgicos a salicilatos tratados com paracetamol.
- [TONTURAS RENAIS] e história de cálculo renal. O ácido ascórbico pode acidificar a urina e precipitar cristais de urato, por isso poderia desencadear a formação de cálculos renais. Precauções extremas devem ser tomadas em pacientes que sofrem desta doença.


PRECAUÇÕES RELATIVAS AOS EXCIPIENTES

- Este medicamento contém sais de sódio. Para saber o teor exato de sódio, recomenda-se verificar a composição. Formas farmacêuticas orais e parenterais com quantidades de sódio superiores a 1 mmol (23 mg)/dose diária máxima devem ser usadas com cautela em pacientes com [HIPERTENSÃO], [INSUFICIÊNCIA RENAL] ou em dietas com baixo teor de sódio.


REAÇÕES ADVERSAS

"RAM RELACIONADO AO PARACETAMOL"
- Sangue: excepcionalmente, anormalidades sanguíneas, como [TROMBOCITOPENIA], [LEUCOPENIA], [PANCITOPENIA], [NEUTROPENIA], [AGRANULOCITOSE] e [ANEMIA HEMOLÍTICA] (em pacientes com deficiência de G6PD).
- Dermatológicos: [ERUPÇÕES CUTÂNEAS], [URTICÁRIA], [DERMATITE ALÉRGICA DE CONTATO], [FEBRE].
- Endócrino/Metabólico: excepcionalmente, [HIPOGLICEMIA], especialmente em crianças.
- Hepatobiliar: raramente, [ICTERÍCIA], [AUMENTO DAS TRANSAMINASES], [HEPATOTOXICIDADE] (associada a casos de sobredosagem, seja devido à ingestão de 1 dose tóxica ou várias doses de excesso).
- Geniturinário: pode causar [NEFROPATIA] que por sua vez pode evoluir para insuficiência renal, estéril [PIÚRIA] (urina turva), efeitos adversos renais (com altas doses).
- Cardiovasculares: raramente, [HIPOTENSÃO].
"RAM RELACIONADA AO ÁCIDO ASCÓRBICO"
Geralmente não apresenta reações adversas, exceto em indivíduos particularmente sensíveis.
-Digestivo. O sintoma mais comum é o início da [DIARREIA], embora geralmente ocorra principalmente em doses elevadas, maiores que 1 g para adultos e 500 mg em crianças. Essa diarreia pode ser devida aos efeitos osmóticos do ácido ascórbico sobre a luz intestinal. [NÁUSEAS], [VÔMITOS], [HIPERACIDEZ GÁSTRICA], [ESPASMO ABDOMINAL] e [FLATULÊNCIA] também han ocorrido, mas geralmente ocorrem em doses superiores a 1 g.
-Geniturinário. A administração de grandes quantidades de vitamina C tem sido associada à produção de [PLACAS RENAIS], embora estas han só tenham aparecido em indivíduos com história de cálculos renais.
-Hematológico. Casos de [ANEMIA HEMOLÍTICA] han sido relatados em pacientes com deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, especialmente em neonatos.


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